terça-feira, 27 de agosto de 2013

Seminário Batista Regular do Sul - 1978: artigos de fé (4)

8. DO BATISMO

Cremos, de acordo com o ensino das Escrituras, que o batismo é a imersão do crente, em água, demonstrando, assim, através de um emblema solene e belo, a fé do batizado, no Salvador crucificado, sepultado e ressureto, significando, também, destarte, que o batizado morreu para o pecdo e o mundo e ressuscitou para a vida nova em Cristo, que é o prérequisito, para ser membro da Igreja local. Atos 8:36-39; Rom. 6:3-5


9. DA CEIA DO SENHOR


Cremos, de acordo com o ensino das Escrituras, que a Ceia do Senhor é símbolo do corpo de Cristo;
e que é a comemoração da morte do Senhor Jesus Cristo, até que Ele venha; e que o crente, para recebê-la, deve antes examinar-se a si mesmo e, estando em condição, possa participar dignamente dela. I Cor. 10:16, 17; 11:23-28


10. DO GOVERNO CIVIL

Cremos, de acordo com o ensino das Escrituras que o governo civil é ordenado por Deus para os interesses e a boa ordem da sociedade humana; que devemos orar pelos magistrados, honrá-los e obedecê-los, salva naquilo que for contra os ensinos das Santas Escrituras. Cremos na separação completa e absoluta entre o governo e a igreja local. Rom. 13:1-7; I Tim. 2:1-3


11. DO ESTADO ETERNO

Cremos, de acordo com o ensino das Escrituras, que todos quantos forem justificados, pela fé no nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, viverão na Eternidade, na presença de Deus, no pleno gozo das bemaventuranças celestiais; e que aquêles que, pela sua impenitência e incredulidade, rejeitam a oferta da graça e da misericórdia de Deus em Cristo, viverão na Eternidade, uma vida de punição e sofrimento eterno. Sal. 16:11; Mat. 25:16; João 14:12






domingo, 25 de agosto de 2013

Seminário Batista Regular do Sul - 1978: artigos de fé (2)

5. DO HOMEM

Cremos, de acordo com o ensino das Escrituras, que o homem foi criado por Deus em inocência, porém, voluntariamente transgrediu o preceitos divinos, e, decaindo da graça de Deus, perdeu o estado da santidade que o Criador lhe dera. Em consequência da queda, todos os homens (porque todos descendem dêsse primeiro casal -- Adão e Eva) são pecadores, não por constrangimento mas por motivo de sua descendência dos cabeças da raça humana, (e do pecado original) e devido, também, à sua livre escolha. Por isso, "todos pecaram e estão destuídos da glória de Deus", e se acham sob a condenação e a ruína eterna, sem nenhuma desculpa ou defesa. Gên. 1:27; Rom. 5:12-19; Isa. 53:6; Rom. 3:23.


6. DA SALVAÇÃO

Cremos, de acordo com o ensino das Escrituras, que a salvação dos pecadores é inteiramente de graça, através da obra medianeira do Filho de Deus; sem o auxílio de quaisquer méritos ou obras humanas, que nós, os pecadores, não temos; e que, para recebê-la, a única condição exigida do pecador é que êle se arrependa dos seus pecados e aceite Jesus Cristo, pela fé nÊle e no Seu sacrifício, na cruz do Calvário. Esta aceitação de Cristo, assim, importa em que o pecador nasça de novo, seja regenerado pelo poder do Espírito Santo e se torne, então, o recipiente da nova natureza - a natureza divina. Nesta bênção que o Evangelho de Cristo assegura ao pecador salvo, se inclui a justificação, acompanhada do perdão dos pecados, da imputação da justiça divina ao crente, exclusivamente pela fé no sangue remidor. Exercendo fé pessoal no Senhor Jesus Cristo, o crente é completamente justificado e entra na possessão de uma salvação certo, segura e eterna. Ef. 2:8,9; II Ped. 1:4; João 10:28, 29; 3:3-6; Atos 13:39.


7. DA IGREJA:

A. IGREJA INVISIVEL: Cremos, de acordo com o ensino das Escrituras, que a Igreja invisível ou universal é o corpo e a noiva de Cristo, que Ele é a cabeça e todos os crentes os membro; e que contra ela as portas do inferno não prevalecerão. I Cor. 12:12, 13; Ef. 1:22, 23; 5:25-27, 30, 32; Mat. 16:15-19; Ef. 4:15, 16.

B. IGREJA VISÍVEL: Cremos, de acordo com o ensino das Escrituras, que a Igreja visível, de Cristo, é a comunidade de crentes batizados e associados, por um pacto, na fé e comunhão mútua, segundo o Evangelho, com o propósito de observar as duas ordenanças e tudo quanto Cristou mandou; e para ser governada pela lei de Cristo e exercer os dons, direitos e privilégios que lhe são peculiares, à luz da Palavra de Deus. Os oficiais da Igreja, direitos e deveres estão claramente definidos nas Epístolas a Timóteo e a Tito. Mat. 28:19, 20; Atos 2:41, 42; Tito 1.

sábado, 24 de agosto de 2013

Seminário Batista Regular do Sul - 1978: artigos de fé (1)

Artigos de fé


I. DAS SAGRADAS ESCRITURAS
Cremos que as Escrituras do Velho e do Novo Testamento, como originalmente escritas, foram verbalmente inspirados e produzidos pelo Espírito Santo e por isso, expressam toda a revelação divina sem nenhum êrro. Cremos, portanto, que a Bíblia é a suprema revelação da vontade de Deus para os homens, e a aceitamos como a única regra de fé e prática para a vida. II Tim. 3:16,17; II Ped. 1:19-21.

II. DO DEUS VERDADEIRO
Cremos, de acordo com o ensino das Escrituras, em um único Deus, o Criador dos céus e da terra, que se manifesta em três pessoas distintas: Deus Pai, Deus Filho, e Deus Espírito Santo; iguais em poder e glória, executando ofícios distintos, porém harmônicos, na grande obra da redenção humana. Êx. 20:2,3; I Cor. 8:6.

III. DO ESPIRITO SANTO
Cremos, de acordo com o ensino das Escrituras, que o Espírito Santo é uma pessoa divina, possuindo todos os atributos de personalidade e deidade. É igual ao Pai, e ao Filho, e da mesma natureza. Sua principal missão no mundo incrédulo é de convencer do pecado, da justiça e do juízo. Sua obra entre os salvos, em favor deles, é: selar, habitar, enchê-los com a Sua plenitude, guiá-los e ensiná-los a andar nos caminhos da justiça e da santidade. João 14:16, 17, 26; Ef. 1:13, 14.

4. DO SENHOR JESUS CRISTO

Cremos, de acordo com o ensino das Escrituras, que o Senhor Jesus Cristo foi concebido por obra e graça do Espírito Santo, nasceu da (bendita) virgem Maria, de modo sobrenatural; é Deus Verdadeiro do Verdadeiro Deus, sendo "Deus manifestado na carne"; viveu aqui, na terra entre os homens, a vida perfeita, imaculada, isenta e livre do pecado; sua morte, na Cruz do Calvário, foi um completo e perfeito sacríficio vicário, propiciatório e substitutivo por causa dos nossos pecados e para salvar-nos da perdição eterna; sua morte não foi apenas, a morte de um mártir, mas, de uma vítima oferecida, voluntariamente, por Deus, o Pai, em lugar do pecador, como "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo". Ele foi sepultado, após haver morrido na cruz do Calvário, e, ao terceiro dia, ressurgiu dentre os mortos. Subiu ao céu, voltará a êste mundo para estabelecer o Seu Reino e assentar-se ao Trono de Davi. Sua segunda vinda será iminente, pessoal e premilenar, conforme lemos em Isa. 7:14; João 1:1; I Ped. 3:18; Mat. 28:6; Atos 15:16; Mat. 1:18-25; I Ped. 2:22; João 14:18; 1 Tess. 4:16.




Que se perceba a posição fundamentalista do SBRS. Principia com a autoridade das Escrituras acima de qualquer outra possível procura do ser humano. Essa posição era indispensável para assinalar uma distinção em época de pentecostalismo acirrado no Brasil. No entanto, a crença na inspiração verbal-plenária está restrita aos originais, que certamente, já não existem. O Seminário dispensava-se então, da crença comum no país de origem da Sociedade Evangelizadora Baptist Mid-missions de que traduções podem ou não ser inspiradas.

O SBRS assume posição trinitariana. Falta na presente declaração maior elaboração sobre "Deus Pai". A descrição é rápida demais e se preocupa na distinção entre as pessoas e não quanto as atribuições do Pai. Devido a posição conservadora na teologia, o Seminário é mais claro ao falar do "Deus Espírito Santo". Mas a abundância de referências está na descrição do "Deus Filho". Uma fragilidade teológica da escola de formação de pastores.

Um dos fracos pontos teóricos do SBRS seria, na época, sua posição com relação ao criacionismo, mencionado em rápida passagem, no ponto doutrinário do "Deus Pai". Nunca aprofundou essa posição, embora seus professores, em quase maioria, aceitassem a tese do criacionismo e da teoria do intervalo de Gênesis 1, que abria uma pequena brecha para as teorias do evolucionismo científico.

A mais recente declaração de fé do SBRS, publicada em seu blog, difere em pequenos detalhes desta original, razão porque entendi publicá-la.

[postagem em construção]

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Seminário Batista Regular do Sul - 1978: calendário 1979

CALENDÁRIO

PRIMEIRO SEMESTRE

fevereiro
28................................... Matrícula

março
1...................................... Início das aulas
14.................................... Dia de Oração

abril
13..................................... Dia de Oração

maio
1........................................ Feriado
9........................................ Dia de Oração

junho
1......................................... Dia de Oração
18-22................................. Provas Finais
23...................................... Pic-nic


SEGUNDO SEMESTRE

julho
31.......................................... Matrícula

agosto
1............................................ Início das Aulas
6............................................ Dia de Oração

setembro
7............................................. Feriado
12........................................... Dia de Oração

outubro
10-12...................................... Conferências

novembro
2.............................................. Trabalhos Práticos
15............................................. Feriado
19-23....................................... Provas Finais
24............................................ Banquete

Seminário Batista Regular do Sul - 1987: regulamentos gerais

É esperado de cada aluno que mantenha um padrão bíblico na sua aparência e conduta. Colossenses 3:17.

A vida social bem ajustada dos alunos, será objetivo de alta prioridade do Seminário. Programas sociais, namoros e atrás atividades serão bem supervisionados.

Cada aluno será responsável por:
- manter uma vida devocional particular, diariamente.
- demonstrar um testemunho fiél às Escrituras no Seminário e fora dele.
- cumprir seu trabalho prático (mínimo de duas horas por semana nas igrejas).
- dar alegremente uma hora por dia para o funcionamento do Seminário.
- assistir todas as aulas.
- manter uma média de 6 em todas as matérias.
- pagar a sua mensalidade no primeiro dia de cada mês.
- cuidar da sua própria roupa.

Obviamente não será permitido o uso de cigarros, bebidas alcoólicas, entorpecentes ou a frequentar lugares impróprios: cinema, festas dançantes, etc.

Estes regulamentos estão explicadados em mais detalhe no Manual do Estudante.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Seminário Batista Regular do Sul - 1978: namoro cristão

NAMORO CRISTÃO


Rm 12:1,2; Cl 3:17; Sl 1


Namoro cristão representa uma transição na vida de jovens ou adultos salvos, na qual eles estão sendo orientados e preparados por Deus para o casamento. Esta preparação enfatiza a parte imaterial da pessoa e não a física, e assim produz uma atitude de responsabilidade, disciplina e respeito para com o plano, propósito e propriedade de Deus.

Em prática, namoro cristão é realizado por duas pessoas salvas, solteiras, um macho e uma fêmea, os quais já chegaram a uma maturidade física e espiritual, para conhecer e respeitar o plano e propósito de Deus em relação com a vida sexual; e que mantém um rítmo de comunicação com o fim de um compartilhamento espiritual, social e pessoal, mas não física; e que ao decorrer desta comunhão espiritual, sejam orientados melhor a respeito da vontade de Deus para o casamento.

QUALIFICAÇÕES PARA NAMORO NO SBRS

1. Apoio da diretoria
2. Manifestação de maturidade e responsabilidade.
3. Comunhão com Deus.
4. Convicção que esta é a vontade de Deus.
5. Interesse na vida espiritual do outro.
6. Reconhecer e respeitar o princípio de 1 Cor. 6:19-20.
7. Reconhecer e respeitar o princípio de 1 Cor. 7:1

EVIDÊNCIA DE QUE É A VONTADE DE DEUS

1. Crescimento espiritual.
2. Uma vida exemplar
3. Felicidade.

INFORMAÇÕES SOBRE O NAMORO:


I. Pretensão: Se você está enquadrado nos requisitos de competência que o Seminário considera adequado para o namoro entre seminaristas, e se você tem essa pretensão, deve fazer o seguinte:
1. Comunicar a diretoria as suas aspirações e seus objetivos nesse relacionamento.
2. Assinar com o próprio punho um "ato de concordância", se você está de comum acordo.
3. Comunicar suas aspirações e objetivos aos pais da moça.

II. Requisitos de aptidão para namorar:
1. Escolástica: o aluno (a) deve manter um nível acadêmico satisfatório.

2. Conduta:
A. Não será permitido contato físico.
B. Não pode sentar juntos nas salas de aula, no devocional ou nas refeições.

3. Local e hora
A. Os encontros para o namoro deverão ser na sala de recepção das moças ou no pátio do SBRS.
B. O horário será diariamente após o jantar até 19 horas.

N.B.: O aluno deve estar reconhecido no nível do 3º semestre acadêmico aqui no SBRS.


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Estas normas, não se imagina, fossem visivelmente transgredidas. São explicáveis num ambiente de internato, com estudantes que deixaram suas famílias para estar ali. Se as regras eram internalizadas, não se sabe. Uma seminarista ao viajar de férias, engravidou. Pela regra, não retornou mais, mesmo depois de ter se casado com o pai de seu filho.
Evidentemente, o conceito de namoro é à luz da cultura ocidental, visto que é, completamente impossível traçar um paralelo com o padrão de família estabelecido nas páginas da Bíblia. Fruto da civilização antiga e oriental, a cultura bíblica não contempla a prática do namoro e do noivado, como fazemos no Ocidente. Além disso, a Bíblia aprova a poligamia masculina, patriarcalismo e a procriação como norma da relação sexual.
Os alunos nem ousariam discutir estes pontos de vistas em aula ou com seus professores. Além disso, a formação de um seminarista desconhecia outros campos do conhecimento científico, como sociologia, antropologia, filosofia e cultura.

Seminário Batista Regular do Sul - 1978: curso pastoral

CURSO PASTORAL

1º Ano
1º Semestre

Trabalho Prático.....................1
Orientação..............................1
Evangelismo Pessoal..............2
Doutrina I...............................3
Síntese....................................3
Teoria Música.........................2
Intro. da Educação Cristã.......2
Português I..............................3

2º Semestre

Trabalho Prático......................1
Moral e Cívica.........................1
A Vida de Cristo......................2
Doutrina I.................................3
Síntese......................................3
Regência Musical.....................2
Escola Dominical.....................2
Português I...............................3


2º Ano
1º Semestre

Trabalho Prático.......................1
Doutrina II................................3
Homilética I..............................3
Geografia e Arqueologia..........2
Análise I...................................3
Introdução Bíblica....................2
Português II..............................2
§ Curso opcional......................2

2º Semestre

Trabalho Prático......................1
Doutrina II...............................3
Homilética II...........................3
Introdução Bíblica...................2
Análise I..................................3
Governo dos Batistas...............2
Português II.............................2
§ Curso opcional.....................2


3º Ano
1º Semestre

Trabalho Prático......................1
Análise II.................................3
História Eclesiástica................3
História dos Batistas................2
Teologia Sistemática................3
Teologia Pastoral I...................2
Português III.............................2

2º Semestre

Trabalho Prático.......................1
Análise II..................................3
História Eclesiástica.................3
Hermêutica...............................2
Teologia Sistemática................3
Teologia Pastoral II..................2
Português III.............................2
§ Curso opcional.......................2

4º Ano
1º Semestre

Trabalho Prático......................1
Análise III................................3
Religiões Comparadas.............3
Homilética III..........................3
Teologia Pastoral III................2
Missões....................................2
§ Curso opcional......................2

2º Semestre

Trabalho Prático......................1
Análise III................................3
Religiões Comparadas.............3
Homilética IV..........................3
Teologia Pastoral IV................2
Missões....................................2
§ Curso opcional......................2


Opcionais: Grego I, Música-Coral ou Instrumenal, Ingles, Comissão ou Redação Evangélica

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Trabalho Prático, Análise de Atos, Geografia Bíblica e Síntese eram ministradas pelo Pastor Nickell. Síntese exigia dos alunos leitura dinâmica dos 66 livros da Bíblia num espaço de tempo curtíssimo. Numa aula, o professor ditava um resumão de cada livro das Escrituras, com mensagem principal, palavra-chave e principais ensinamentos.

Evangelismo Pessoal, Governo dos Batistas e História dos Batistas eram ensinada pelo Missionário Neal Marion Smith (Pastor Nilo). O professor era dos mais árduos defensores dos princípios batistas. Destacava a importância de ser "Batista Regular".

Doutrina, Teologia Sistemática, Interpretação Bíblica e Análise de 1 Coríntios pertenceram a George Wells. Interpretação Bíblica era o carro-chefe de todos os cursos do Seminário, porque determinava a linha teológica adotada pelos batistas fundamentalistas.

Teoria Musical, Introdução à Educação Cristã e Regência foram, com competência, ministrados por Dona Thelma Jane Nickell, esposa do Sr. Nickell, posteriormente pelo Pastor John Thomas Bournet.

Teologia Pastoral, Aconselhamento Bíblico, Religiões Comparadas e Homilética cabiam ao Missionário Wesley Monteiro de Oliveira, brasileiro radicado nos EEUU que tentara a obra missionária no sul do Brasil. Exímio cantor, professor de canto.

Missões foi ensinada por Dona Alice Smith e Dona Maria Zuila da Silva.

Aulas de Boas Maneiras e Etiqueta foram, caprichosamente, ministradas por Dona Maxine Wells. Aulas de piano ficaram com Dona Alice e Dona Thelma.


História Eclesiástica foi ensinada pelo historiador, graduado, a mente mais inteligente do Seminário, o Prof. Francisco Almeida de Araújo, que também pastoreou a Igreja Batista da Fé, de Bairro Alto.


A turma pioneira era constituida pelos seminaristas, Eugen Ziebel e Plínio Kremer, oriundos da Igreja Batista Maranata (Novo Hamburgo - RS), Jair Ribeiro de Souza, um estudante paranaense, posteriormente, chegou Juraci José Maria (Igreja Batista Regular de Taboão da Serra). As meninas tinham dormitório anexo a casa dos Nickells e os rapazes dormiam no "Shed", como carinhosamente, chamava Pastor Nickell, em beliches. Plinio e Eugenio chegaram com Pastor George, que pastoreara a comunidade de Novo Hamburgo, e ajudavam no levantamento dos primeiros blocos do Seminário.